Obrigado!

Dia dos pais. Um só dia? Não seriam todos os dias “dia dos pais”? Obviamente, este tal “dia dos pais” é apenas mais uma invenção capitalista para aquecer o comércio e movimentar a economia (leia aqui).

Contudo, para além de suas raízes escusas, o dia de hoje serviu para mim, pessoalmente, como um momento de reflexão. Reflexão em meu papel e em minha responsabilidade como pai de dois meninos, Bernardo e Arthur. E reflexão maior, provavelmente pela distância vivida e sentida, em meu pai querido que está longe de mim geograficamente, porém sempre presente em meu coração. Meu pai, Antonio Bernardo de Santana.

Filho mais velho, veio do Maranhão para Brasília nos anos 70 praticamente só, abrindo espaço para que seus pais e irmãos viessem em seguida. Aqui conseguiu emprego, esposa, duas filhas e um filho. Trabalhou como garçom por muitos anos, construiu sua própria casa, aventurou-se no comércio em Brasília e posteriormente na Bahia, quando mudou-se para Barreiras, local onde adotou a religião evangélica e onde atualmente mora com minha mãe. Estabeleceu-se como comerciante, aposentou-se recentemente, porém continua ativo no comércio local.

Trabalhador, amigo, companheiro, sábio: poderia escrever muitos outros adjetivos para caracterizar meu pai. Não o farei. Gostaria apenas de dizer: obrigado pai. Obrigado pelo apoio, amizade e presença constante em minha vida e em meu coração.

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