18 horas

18h. O tempo passou muito rápido. Mais um dia que se finda, mais um dia terminado, mais um dia para a história. Mais um dia passado, mais um dia vencido. 18h. Hora de ir para casa, hora de descansar. Hora chegada, hora aguardada, ansiada.

Começo a arrumar minhas coisas. Minha mesa está uma bagunça, uma confusão. Pego um texto que imprimi hoje, guardo para levar para casa e ler mais tarde. A leitura é um dos meus maiores prazeres, um hábito que carrego comigo em todas as fases de minha vida. Lembro-me que na infância, quando queria ouvir as histórias de gibis e minha irmã mais velha não queria ler para mim, jurava para mim mesmo que aprenderia a ler para poder ler sozinho. Hoje, sempre que posso separo um tempo para a leitura. E esse texto que imprimi é ainda mais especial por ser de um tema que aguça sobremaneira minha curiosidade: a psicanálise.

Findo a organização da mesa, separo o que irei levar para casa, deixo encima da mesa, vou ao banheiro, volto, pego o que havia deixado sob a mesa, dirijo-me ao carro, tiro a chave do bolso, destravo o alarme e as portas, abro a porta do motorista, coloco o que segurava no banco do passageiro, ligo o carro, e vou, finalmente, para casa.

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